terça-feira, 13 de setembro de 2011

Transformação pelo fogo


Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
 
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.



(Texto de Rubem Alves)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.


Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

 


Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.


Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.



Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

 
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.




É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?



 
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.




Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.



(Arnaldo Jabor)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Quero voltar a confiar!


Fui criado com princípios morais comuns: quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto.

Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror. Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.


Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto. Anistia para corruptos e sonegadores.

O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano.


Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser. Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?

Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança!



Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa.Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!

E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde exista amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe? Precisamos tentar. Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem. Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!



(Arnaldo Jabor)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cor

Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra. (Bob Marley)


Toda vez que imaginamos alguma pessoa linda ou bonita, logo nos vem os padrões estipulados pela sociedade a respeito da beleza. Aquela pessoa de pele clara e olhos claros, uma boa estatura e desenvoltura.

Para entendermos um pouco a respeito dessas questões que alienam nossa sociedade basta que estudemos um pouco da nossa história. Desde os primórdios, civilização e colonização. Quem foram os negros em meio de todos esses acontecimentos? Por que a cor da pele influencia tanto nestes padrões estabelecidos e impostos?

Os negros e índios eram os escravos. Eram as classes menos favorecidas e que prestavam mão de obra braçal. Resposta correta. E as colonizadores como eram? Eram mestiços? Como se comportavam diante dos negros e índios?


Eram grande parte da Europa, com pele alva e sensível ao sol e acreditavam serem superiores devido à organização de sua sociedade e de seu governo. Com esses conhecimentos passaram a impor a sua cultura a todos os povos colonizados. Escravizando e os manipulando de todas as formas possíveis. Consideravam-se superiores exatamente por ter o capital e a intelectualidade nas mãos. Imperava ali a monarquia como forma de governo, fazendo com que os “sangues nobres” não se misturassem com os plebeus. Os casamentos eram arranjados e selecionados, pagando-se dotes para a sua realização.
E o que mudou de lá pra cá? Você tem visto melhorias de nossa sociedade?

Ainda engatinhamos quanto à equiparação das questões raciais, mais o que eu gostaria de expor e debater são os padrões de beleza a qual estamos inseridos.  Amo a minha pele morena e me sinto agradável ao lado do meu marido de pele clara. Fico ainda mais feliz por mestiçar ainda mais a minha filha, que tem traços meus (roraimense) em conjunto com o meu esposo (paraense). Adoro pegar sol, admiro meus olhos pretos e a minha pele bronzeada. 

Orgulho-me da minha miscigenação e os meus cabelos ondulados. E ainda há quem se julgue superior a mim, justamente por ter a pele clara e os olhos claros. Fazer o quê? Enquanto houver pessoas assim, o preconceito sempre irá existir, pois não se ama alguém pela cor de sua pele, cor dos olhos, estatura, descendência ou religião, ama-se pelo o que ela é e o que  representa em sua vida. Não se constroi histórias de vida, em cima de mentiras, intrigas e traição.

O preconceito existe e cabe a você se libertar dele. Olhando para os comerciais com um olhar mais critico ou namorando um moreninho, ficando com branquinho e miscigenando o nosso povo. Fazendo com que o nosso país tenha a nossa “cara”. Agora se você ainda vive nos padrões antigos, quer que a sua descendência nórdica perdure, mude-se para a Europa, lá você terá a certeza da continuidade de sua origem e ainda alimentará mais o seu ego e o seu preconceito.

( Fabíola Belleza)

sábado, 3 de setembro de 2011

Estamos com fome de amor


Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.



Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.


Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.


Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.


Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".



Antes idiota que infeliz!

(Arnaldo Jabor)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Paixão



Interessante escrever sobre a paixão por que em determinados períodos de nossas vidas, ela nos move com uma precisão imensa e nos cega diante da realidade como uma doença ocular em seus estágios terminais.

Ela nos mexe, nos impulsiona, faz nos comportarmos como crianças diante de um belo doce. Beneficia nossa pele, alma e espírito. Faz acreditarmos que o dia de amanhã será melhor e que se nos oferecermos por completo hoje, seremos gratificados amanhã. Exatamente por essa entrega total e sem ressentimentos que faz com que pior que outrora, esteja por vir o mais rapidamenten possível.

Estar apaixonado faz nos acreditar nos contos de fadas, nos romances irreais, em um trabalho pleno, uma vida satisfatória, um namoro ideal, uma profissão 100% gratificante etc. Tudo vivido através do imaginário ou do pouco contato estabelecido,  da falta de experiência e do contato com o fantasioso, oriundo dos nossos sonhos.

Não estou aqui querendo banir ou condenar a paixão. Pelo contrário, quero expor as vantagens e desvantagens da paixão e o uso racional dela. Ou será que nessa somos irracionais quando estamos apaixonados?

Quando você se apaixona por algo, por uma profissão ou até mesmo uma pessoa, você passa a ter o conhecimento superficial para o acometimento da paixão. É como se você entrasse em um túnel jamais visto, repleto de coisas que você  admirava e sonhava um dia ter e que agora se materializou. Estabelecendo-se assim contato visual e superficial, do belo do fantástico.

A partir de então você passa a planejar e sonhar com esse determinado túnel no seu quarto Como parte de sua casa. Seu ponto de aconchego, deixando-se levar pelo inimigo oculto: o subconsciente. E a partir daí os sonhos em conjunto com a realidade vão lhe cegar perante a realidade.
 
É como viver no mundo da magia, onde você e a sua ilusão são os autores e diretores dessa história. Não deixando que nada interfira nessa “felicidade”, nesse “ápice” do prazer total.

Um simples gesto, um toque, uma palavra, um telefonema são as provas imaginárias que você necessita para cativar essa “abdução” do coração. Uma afirmativa que o seu sonho não é ilusão.

No caso especifico do túnel, você passa a acreditar que tudo aquilo estava a sua espera por anos e que o seu passado deve ser ignorado. Pois se ele veio parar em suas mãos foi por quê ninguém o cuidou suficiente para pertencê-lo.

Ele passa a ser a "vítima" da sua história e você tem a missão de provar a ele o seu devido valor.Fazendo você esquecer que em todos os contos, romances ou histórias existem vilões, que muitas das vezes podem ser a “realidade” que nos cerca ou até mesmo o seu parceiro que está lhe alienando de falsas promessas e discursos.
 
E chega a hora que o castelo começa a desmoronar, pois não somos perfeitos e nem toda “mentira” perdura para sempre. É como na faculdade onde a teoria funciona muito bem longe da pratica vivenciada. Onde temos que lidar com tantas dificuldades que nos paralisamos diante de tantos conflitos.

Es la vida!! Simples e complicada. Suave e dura. Maleável e forte. Basta maturidade e experiência para enxergar com clareza as provações que temos que passar para nos tornamos melhores. Somos exatamente isso, fruto de nossas escolhas e todos os dias estamos fazendo as nossas. Boa sorte pra você e boas escolhas em sua vida!

P.s: É justamente por tantos equívocos que a paixão nos causa que prefiro o AMOR. Prefiro amar a vida e as coisas que ela me ofertou, sem máscaras e sem faz de conta. Paixão? Só se for pra vida toda. Essa é a minha opção e a sua?


I Coríntios 13:

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine..."
"O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade,
TUDO SOFRE, TUDO CRÊ, TUDO ESPERA, TUDO SUPORTA.... O AMOR JAMAIS ACABA...."

domingo, 28 de agosto de 2011

Paz


Incrível como você pode desprender-se do passado em apenas um "click", em um passe de mágicas produzidos pelo que há disponível no ambiente de entretenimento virtual.

Por diversas vezes me peguei questionando os porquês de tantas coisas. Sabe essas coisas de mulher, porquê isso, porquê aquilo, dialeticamente falando. Uma enorme curiosidade de analisar o perfil, personalidade e características "físicas" peculiares do meu "passado".Fazer algumas comparações e com aquele olhar crítico que somente "nós" mulheres temos em comum.


E tudo veio à tona em questões de segundos. Bummm!! Tudo se esclareceu e resolveu-se. E pasmem "nem tudo é o que parece ser”. As aparências enganam e tudo é muito relativo. 

Como uma boa foto para ser tirada, depende um bom fotográfo ou bom amador, uma ótima resolução, câmera, ângulo e da posição em que tomamos para tirá-la.  E posso afirmar com precisão que uma boa “presa” para ataque de certos "animais" é aquela mais fragilizada, carente e desprovida de personalidade, beleza e amor próprio.Um prato cheio para jogos de mentira e de sedução.


"O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro".(Henry Ford)

E como tudo era novidade há tempos atrás, agora virou assunto do passado para ser enterrado e nunca mais mexido ou revirado. Pois não vale a pena, olhar para certas coisas e se martirizar quanto ao óbvio e o abominável. Existem coisas que não valem a pena reviver e essas é uma delas.

Achei esse texto que condiz com a minha realidade de vida hoje e gostaria de compartilhar com vocês.